“Os poemas de Manuel Alberto Mirra interpelam-nos, deixam-nos hesitantes à procura do tempo de que não vivemos porque não amámos. São páginas inquietas e que inquietam e quando assim é, a poesia cumpriu a sua função de perguntadora da alma”.
Do prefácio de Francisco Moita Flores
“Nus”
No vento na aurora na Estrada
E na memória do sonho somos nus
Que encanta te prende e seduz
Só que sem ti a vida é nada!
As melodias que invento
À espera que no teu coração
Se ouça a letra da paixão.
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